Covaxin: processos no Conselho de Ética são mero gesto político

Diego Escosteguy
Publicada em 15/07/2021 às 06:00
Foto: Agência Câmara

Os processos abertos no Conselho de Ética da Câmara contra os deputados Ricardo Barros, líder do governo, e Luis Miranda, denunciante do caso Covaxin e do próprio Barros, devem dar em nada. Há acordo para não punir nenhum dos dois. 

A abertura dos processos foi um gesto articulado pelo presidente da Câmara, Arthur Lira. O objetivo é dar alguma satisfação aos demais deputados, que se incomodaram com o comportamento dos dois parlamentares - especialmente Luis Miranda, que dedurou um colega. 

Lira também usa o processo no Conselho de Ética para desgastar Barros, seu adversário. Não quer vê-lo destruído; quer apenas que ele perca poder.