Sanfoneiro bolsonarista puxa fila

Publicada em 02/08/2022 às 19:00
O ex-ministro Gilson Machado pode ser o palanque de Bolsonaro em Pernambuco Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Muito embora a rejeição de Jair Bolsonaro em Pernambuco seja das mais altas, na faixa dos 70% segundo as pesquisas eleitorais, um bolsonarista está na frente na disputa ao Senado. O líder é o ex-ministro Gilson Machado, o sanfoneiro das lives do presidente.

É questão matemática, admite um petista: Machado navega sozinho entre os apoiadores de Bolsonaro, enquanto os apoiadores de Lula se dividem entre duas candidaturas lulistas e duas de centro.

Com palanque fraco no estado, já que o candidato ao governo Anderson Ferreira, do PL, está em quarto lugar nas pesquisas - 30 pontos atrás da líder Marília Arraes, do Solidariedade - Bolsonaro pode ter de se agarrar ao sanfoneiro na campanha.

O risco, assume um bolsonarista mais pragmático, é a rejeição do presidente arrastar o sanfoneiro para baixo.

O comitê de reeleição de Jair Bolsonaro discute três possibilidades de agenda para marcar o início da campanha de rua, a partir do dia 16: Aparecida do Norte, Juazeiro do Norte ou Juiz de Fora.

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As manifestações pela democracia nesta quinta-feira, em São Paulo, são históricas, mas não têm poder de gerar impacto significativo na eleição. O que elas mostram é que Bolsonaro tem menos tolerância para um golpe.

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Depois de ser condenado pelo TCU a devolver R$ 2,8 milhões em diárias, ex-procurador também viu o STJ confirmar a indenização por danos morais a Lula, por causa do PowerPoint em que acusava o petista de chefiar o esquema do petrolão.

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O presidente consultou seus auxiliares sobre uma possível implicação jurídica e política de um veto ao aumento de 18% nos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal, que aprovaram o reajuste na manhã de ontem, 10.

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A ministra foi eleita ontem à Presidência do STF sob uma expectativa aparentemente inatingível: preservar a legitimidade e autoridade da corte máxima do país durante as eleições mais tempestuosas desde a redemocratização. 

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Ministro votou em processo que julga a publicidade dos dados dos candidatos. Partiu dele a iniciativa que escondeu detalhes sobre o patrimônio dos candidatos nessas e nas eleições passadas. Para Fachin, manutenção de tais dados viola a LGPD.

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Corte decidiu pedir ao Congresso aumento salarial de 18% a ser pago em quatro parcelas. Assim, o salário dos ministros chegará a 46,3 mil reais. Ainda não há estimativa do impacto do efeito cascata do aumento.

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Governador declarou neste ano à Justiça Eleitoral um patrimônio 34,2% menor do que possuía em 2018. Apesar disso, ele ainda é sócio do pai em várias empresas, incluindo a gestora de marcas da Rede Massa, empresa de comunicação com emissoras de rádio e TV e afiliadas em vários estados.

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Beneficiado pelo fim das investigações sobre o esquema de rachadinhas, Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, quer voltar à Alerj como deputado estadual.

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Carlos Bolsonaro convenceu o pai de que o ministro Alexandre de Moraes mira a impugnação de sua candidatura ao marcar para dia 12 a análise de recursos inquérito das fake news.

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Ministros que consideraram ilegais as diárias pagas à força-tarefa da Lava Jato gastaram, em um ano, cerca de R$ 1 milhão em passagens e diárias em viagens pelo mundo.

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A pobreza de Lula

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Ex-presidente declarou à Justiça Eleitoral que tem hoje menos de 10% dos ativos atrelados a ele, segundo provas reunidas por investigadores. Patrimônio também se reduziu quando comparado ao que ele declarou em 2018.

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Num período de crise econômica, o presidente da Câmara, Arthur Lira, aumentou seu patrimônio em mais de 3 vezes, segundo sua declaração ao Tribunal Superior Eleitoral.

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