Coronel Franco e Pfizer preocupam Palácio do Planalto

Publicada em 07/06/2021 às 09:57
Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

O depoimento do coronel Élcio Franco, secretário-executivo do Ministério da Saúde na gestão do general Eduardo Pazuello, nesta quarta-feira 9 de junho, é o que mais preocupa o governo na CPI da Pandemia. Os senadores convocaram novamente o ministro da Saúde Marcelo Queiroga, que deve falar amanhã, terça-feira 8 de junho.

O coronel foi treinado para responder às perguntas que serão feitas sobre as ofertas de vacinas da Pfizer. A farmacêutica americana ofereceu metade do preço que havia cobrado dos Estados Unidos, mas não convenceu o presidente Jair Bolsonaro a fechar o contrato mesmo sob essas condições.

Depois que o general Pazuello afirmou que a negociação sobre a compra de vacinas ficou sob a responsabilidade do coronel Franco, o governo concentrou suas preocupações e treinamento nele. Atualmente, o coronel é assessor especial do general Luiz Eduardo Ramos, ministro-chefe da Casa Civil da Presidência.

Na avaliação do governo, Queiroga está preparado para responder aos parlamentares. Ele manterá a estratégia de responder apenas os fatos da sua gestão. No caso da Copa América, o ministro dará informações de como pretende atuar para o controle sanitário durante a competição.