Sem mandato, o ex-senador Roberto Requião ficou bravo com o PT, pelo o que foi interpretado dentro da legenda como seu desejo de ser diretor da Usina de Itaipu. Não rolou. Outro petista mais antigo levou.
Depois, segundo seus correligionários, ele achou que poderia ficar com alguma diretoria. Também não levou. Sobre Itaipu, passa tudo por Gleisi Hoffmann, presidente do partido e parlamentar pelo Paraná.
Requião ouviu que, se quisesse, poderia assumir a chefia da delegação brasileira na Associação Latino-Americana de Integração (ALADI), entidade da qual o Brasil faz parte, com sede em Montevidéu. Ganharia, para assumir a função, 18 mil dólares de ajuda de custo. Nada mal.
Requião ainda não deu sua resposta à legenda, mas os petistas acham que ele vai aceitar.

