A Âmbar Energia foi autorizada a operar a Usina Termelétrica Cuiabá até 2063. A decisão foi tomada pela Agência Nacional de Energia Elétrica nesta terça-feira (5), por unanimidade.

A UTE Cuiabá esteve envolvida, até outubro de 2024, numa disputa entre Âmbar e governo federal, por conta do processo de contratação simplificada. Chamado de PCS, foi instituído em 2021 para contratação de usinas térmicas que compensassem a crise hídrica.

O PCS exigia que as quatro usinas da Âmbar estivessem disponíveis a partir de maio de 2022, mas o prazo não foi cumprido. Uma solução mediada pelo Tribunal de Contas da União permitiu que a energia não entregue pelas plantas da companhia fosse produzida posteriormente na UTE Cuiabá.

O TCU determinou ainda uma multa de 1,1 bilhão de reais à Âmbar, por conta dos atrasos. A multa foi paga em janeiro.

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