Petistas atribuem a Gleisi Hoffmann erros na campanha de Lula

Publicada em 11/01/2022 às 06:00
Para petista, pré-campanha de Lula comete erros ao pautar discussões econômicas sem plano Foto: Fotoarena/Folhapress

Uma parte do PT está preocupada com o que chama de erros cometidos pela pré-campanha de Lula. Atribui os problemas à presidente do partido, a deputada Gleisi Hoffmann.

Internamente, a avaliação é que, à frente nas pesquisas, Lula poderia chegar à campanha eleitoral no segundo semestre deste ano apenas acumulando apoios e afinando o discurso. Sem adentrar precocemente, portanto, no teor de pautas claras de governo - o tipo de discussão que causa ruído e desgaste prematuro.

Ainda segundo essa avaliação, as discussões econômicas, como o artigo de Guido Mantega e as declarações de Gleisi de que haverá revisão na reforma trabalhista tocada no governo de Michel Temer, deveriam ser promovidas apenas quando houvesse programa e discurso prontos.

Uma fonte qualificada no PT reclama que sem se chegar com a proposta para discussão qualquer afirmação causa insegurança quanto ao que esperar.

O petista ouvido pelo Bastidor cita a previsão legal do home office, que, como admite, salvou o emprego de muita gente durante a pandemia. Antes da reforma, não havia previsão. “Será extinta a possibilidade de se trabalhar de casa?”, indaga. "Mas se diz que vai revogar, como fica? Ninguém sabe."

O açodamento das discussões é atribuído à presidente do partido. Para integrantes da legenda, Gleisi Hoffmann não compreende o tempo político e dificulta a aliança com outras legendas, ao impor dificuldades aos partidos aliados.

O Cade ficou com a tarefa inglória de investigar se os altos preços do gás são culpa da Petrobras. A empresa diz que segue valores de mercado e adota medidas para incentivar a concorrência - num setor que até pouco tempo atrás monopolizava de ponta a ponta.

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Exames poderão ser comprados em farmácias, mas não servem para fins de dispensa médica laboral ou para liberar passageiros em voos internacionais.

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O presidente Jair Bolsonaro consultou o advogado-geral da União, Bruno Bianco, sobre não depor pessoalmente à Polícia Federal, como determinou ontem o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Ainda não se sabe se o presidente descumprirá a decisão do ministro. O depoimento é hoje, sexta, às 14h.

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A Anatel decidiu na noite de terça-feira (26) convocar uma sessão extraordinária, a ser realizada às 10h desta sexta-feira (28), para discutir a compra da Oi.

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Na próxima quarta-feira, 2, ele se reúne com o Eduardo Paes, Carlos Lupi (PDT) e Gilberto Kassab (PDT), além dos pré-candidatos ao governo fluminense pelas legendas, Rodrigo Neves e Felipe Santa Cruz, para fechar uma aliança entre as legendas.

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Jair Bolsonaro terá que depor à Polícia Federal nesta sexta-feira (28) debaixo de vara. Alexandre de Moraes determinou hoje (27) que presidente compareça às 14h, na Superintendência da PF em Brasília.

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Além de Rodrigo Cruz, atual número dois da pasta, que tem apoio de Tarcísio de Freitas e de parte do centrão, outros dois nomes surgiram com mais forças nas conversas no Planalto e no Congresso.

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O brasileiro assiste hidrelétricas jorrando água sem produzir energia, por conta dos aumentos dos reservatórios com as chuvas, enquanto o preço da conta de luz não cai. O motivo é o modelo de compra e venda da energia elétrica no país.

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Além do PSDB, que se reúne nesta quinta-feira, 27, para discutir a possibilidade de uma federação, o Cidadania tem negociado com o Podemos, o MDB e o PDT.

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Pasta orienta que pais em dúvida procurem um médico para verificar a existência de eventuais contraindicações ou comorbidades.

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Orientado por seus auxiliares, o presidente Jair Bolsonaro determinou ao ministro João Roma que faça um pronunciamento para anunciar boas notícias na área social do governo.

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Ao dizer ao Bastidor que as chances são mínimas de Sergio Moro migrar para o União Brasil, Renata Abreu, presidente do Podemos e deputada federal, foi realista ao conhecer sua própria bancada e a do partido aliado.

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Carta de Neil Young ao Spotify joga luz sobre o que pode ou não ser publicado no Spotify. Enquanto isso, a plataforma de áudio, segue muda, sem se posicionar.

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